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Estudo prevê data final da pandemia de coronavírus em cada país, inclusive Brasil

Publicada em 01/05/20 as 00:13h por MARIA BEATRIZ MELERO @VIX


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 (Foto: PETOVARGA/SHUTTERSTOCK)
Um estudo elaborado pela Universidade de Singapura analisou qual será a data final da pandemia de coronavírus em cada país do mundo, incluindo o Brasil.

Assim como outras pandemias, a de coronavírus deve ter um padrão de surto seguido por uma fase de aceleração dos casos da doença, ponto de inflexão, desaceleração e uma eventual parada e fim.

Desse modo, a previsão do estudo da Universidade de Singapura é de que 97% da crise do coronavírus deve acabar, no mundo, no final de maio (dia 30) e que 100% da pandemia seja superada em 2 de dezembro.

É claro que, para que a atual pandemia de coronavírus cumpra o ciclo padrão, tudo depende de medidas de segurança, como etiqueta respiratória, cautela com a higienização individual, cumprimento adequado da quarentena, entre outros cuidados.

Também é importante entender que cada localidade tem o seu próprio ciclo pandêmico e é normal que os países vivenciem fases da pandemia de forma não sincronizada.

Segundo o estudo, há muitas maneiras de se interpretar o fim da pandemia. Uma forma é identificar qual foi o dia em que notou-se o último caso da doença pandêmica e, a partir da data estimada para que a pandemia acabasse, fazer uma aproximação entre eles.

Para estabelecer quando será o fim da pandemia do coronavírus, os cientistas de Singapura utilizaram algumas ferramentas e parâmetros.

Segundo os cientistas, pandemias de um modo geral, como a coronavírus, comportam-se em um gráfico como uma curva em “S” - em que o acúmulo de casos ao longo do tempo aparece como uma curva e seu pico está bem na extremidade da curva - e este foi um dos parâmetro usados.

Para calcular quando a pandemia vai acabar no mundo, os pesquisadores de Singapura, além de entenderem o comportamento gráfico da COVID-19, também utilizaram o modelo matemático SIR (sigla em inglês para o modelo epidemiológico suscetível-infectado-recuperado, que analisa esses três perfis de pacientes e descreve o quanto o vírus está se espalhando na população).

Outra ferramenta utilizada no estudo foi a base de dados Milan Batista, que alimenta com informações sobre casos de COVID-19 do mundo o projeto “Our World in Data”.

As previsões do estudo são atualizada de tempos em tempos, conforme a pandemia do coronavírus avança e novos casos são reportados. A última atualização foi feita em 29 de abril de 2020.

Quando o coronavírus deve acabar no Brasil, segundo o estudo

Para o Brasil, a estimativa é de que a crise do coronavírus comece a ir embora no começo de junho de 2020.

Segundo o estudo, é esperado que durante o mês de junho o país tenha conseguido enfrentar entre 97% e 99% da crise.

A solução da crise do coronavírus, porém, só deve vir em setembro, quando o estudo aponta que 100% da pandemia terá sido eliminada pelo Brasil.

Previsão para o fim da pandemia em outros países

Os pesquisadores ainda reforçam que, dependendo do país, a previsão para o fim da pandemia pode ser mais ou menos certeira.

Isso porque, como dito, a pandemia não avança de forma uniforme pelo mundo: há países que já enfrentaram fases mais críticas, enquanto outros estão ainda no começo dos casos de COVID-19. Veja previsões para alguns países (há mais no site do estudo):

Previsão do fim da pandemia nos Estados Unidos: 13 setembro de 2020

Uma das recomendações dadas pelo Ministério da Saúde para minimizar a transmissão do novo coronavírus (Sars-CoV-2) é o uso de máscaras caseiras feitas de tecido.

Porém, para que o acessório seja eficaz, é preciso usá-lo da forma correta e estar atento a erros que anulam a proteção que ele oferece.

Máscara contra coronavírus: recomendações

Segundo diretrizes do Ministério da Saúde, o uso de máscaras deve ser uma prática seguida por todos para conter a disseminação do Sars-CoV-2.

Conforme orientação do ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta,enquanto as máscaras cirúrgicas devem ser destinadas somente a pacientes da COVID-19, médicos e cuidadores, as caseiras são indicadas para a população em geral, que deve usá-la sempre que for necessário sair de casa (para ir ao mercado, por exemplo).

De acordo com o ministro da saúde, as máscaras caseiras de tecido são capazes de garantir proteção contra o coronavírus e ainda garantir que não falte material para o sistema e profissionais de saúde. Ainda assim, a orientação para manter o isolamento social e só sair de casa para serviços essenciais continua.

Erros ao usar máscara contra coronavírus

Porém, para que o uso das máscaras seja realmente eficiente contra o Sars-CoV-2, é crucial que a utilização do item seja correta.

Abaixo, listamos alguns erros ao usar máscaras que podem prejudicar sua eficiência. São eles:

não tomar cuidado ao confeccionar a máscara: lembre-se de higienizar bem as mãos antes de fazer sua máscara, usar tecidos limpos e desinfetar a superfície sobre a qual irá costurar ou montar sua máscara, para garantir que ela não seja contaminada;
tocar o tecido da máscara ao colocá-la, tirá-la ou durante o uso: todo o manuseio deve ser feito pelos elásticos, já que o toque no tecido pode comprometer a barreira;
ter apenas uma máscara: o ideal é possuir no mínimo duas e se possível mais exemplares para usar enquanto uma estiver lavando e para realizar trocas quantas vezes forem necessárias - o que deve ser feito a cada duas horas de uso ou sempre que a máscara ficar molhada por gotículas expelidas pela tosse, espirro, fala ou respiração. Ao fazer a troca, guarde a máscara usada em um saco plástico bem fechado, retirando somente na hora de lavar;

colocar e retirar a máscara do jeito errado: a máscara deve ser colocada e retirada sempre voltada para frente (sem que o tecido seja contorcido e a parte frontal entre em contato com a pele, o que poderia transmitir o vírus) e diretamente sobre o nariz e a boca (e não, por exemplo, colocá-la sobre olhos ou testa e puxá-la para baixo);
reutilizar máscaras descartáveis: este tipo de material não deve ser lavado ou reutilizado;
tirar a máscara para falar ou tocar/coçar o nariz e a boca durante o uso: ao fazer isso, a proteção que deveria existir com a máscara se rompe e há o risco de infecção pelo vírus. Uma vez tocada, a máscara deve ser substituída;

deixar espaços nas laterais do rosto: é necessário que a máscara, ao ser colocada, fique bem ajustada e seja grande o suficiente para cobrir totalmente a boca e o nariz;
usar a mesma máscara por mais de 2 horas: a recomendação é que a máscara seja trocada após este período;
não lavar máscaras de tecido: após uso, a máscara de tecido deve ser lavada imediatamente com água sanitária ou água e sabão (como se faz com peças de roupa). O ideal é deixar de molho por 10 minutos e, depois, secar o item ao sol;
compartilhar máscaras: ideal é que cada pessoa tenha suas próprias unidades e nunca compartilhem, mesmo após lavar a máscara.

Máscara NÃO substitui higiene pessoal

O principal erro é achar que a máscara cria uma proteção absoluta. Na verdade, ela só funciona caso o indivíduo continue tomando o cuidado de não tocar o rosto e olhos e mantenha a higiene periódica das mãos.

Para evitar o contágio pelo novo coronavírus, é crucial seguir com protocolos de higiene pessoal, como lavar as mãos com com frequência ou higienizando-as com álcool em gel 70%.

Também é necessário evitar tocar no rosto, seguir a etiqueta respiratória ao tossir e espirrar quando não estiver com a máscara, manter distância de outras pessoas na rua e praticar o isolamento social.



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