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Debate no SBT é marcado por ataques, risos da plateia e Suplicy ‘amigão’

Publicada em 27/09/18 as 14:04h por UOL


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 (Foto: @DR)

O debate entre os presidenciáveis promovido pelo Portal Uol, pelo Jornal Folha de São Paulo e pelo SBT nessa quarta-feira, 16, foi marcado pela ampliação dos ataques entre os candidatos, além de descontração na plateia do estúdio e até mesmo entre os candidatos devido momentos de humor.

Cabo Daciolo (Patriota) pode não ter altos índices de intenção de voto, mas conquistou logo de cara a plateia, que parecia ansiosa para ver como o candidato se comportaria em seu primeiro debate após 21 dias de jejum. O candidato precisou apenas falar o seu bordão “Glória a Deus” para provocar risadas gerais no público, formado por dezenas de jornalistas, convidados dos candidatos e integrantes das campanhas.

Daciolo voltou a divertir o público ao falar que “a democracia é uma delícia”, devolvendo a Ciro Gomes a ironia feita pelo adversário no primeiro debate, promovido pela Band em 9 de agosto (“Democracia é uma delícia, mas tem seus custos”). Mas a risada mais estrondosa veio quando o candidato se declarou à mãe e à mulher ao falar sobre direitos das mulheres, em resposta a Guilherme Boulos (PSOL).

“Mulheres no nosso governo vão ser muito bem valorizadas, sim. E eu quero aproveitar também que eu estou aqui com a presença da minha mãe, uma pessoa especial, e da minha esposa, uma pessoa especial: Mãe, eu te amo! Varoa, eu te amo! E as mulheres brasileiras, amo todas vocês. E vou tratar todas as mulheres do Brasil com respeito.”

“Daciolo, a gente já estava com saudade de você aqui no debate”, disse Boulos na réplica. Na plateia, o presidente do PDT, Carlos Lupi, gritava “amém” durante falas de Daciolo e não resistiu à declaração de amor do candidato do Patriota. “Ah, que romântico”, disse o pedetista.

“Ninguém chama o Meirelles”

Henrique Meirelles (MDB) também protagonizou momentos de humor. No fim do debate, Marina Silva (Rede) disse que “ninguém chama o Meirelles” – contrariando o slogan do candidato – em brigas de família, mas sim “uma mulher corajosa para botar ordem na casa”. A plateia veio abaixo, e até os outros candidatos riram bastante.

Meirelles esboçou um sorriso e, após o debate, até agradeceu a lembrança feita pela candidata. Também houve risos gerais quando Meirelles disse que foi “bancário”, e não banqueiro. O candidato foi presidente mundial do Bank of Boston e ocupou cargos de destaque em outras empresas do mercado financeiro. Nem mesmo o gestual do candidato do MDB foi poupado.

“A minha proposta para a saúde, a tarefa, acho que se divide em dois caminhos como diria o Meirelles aqui com as mãos, né?”, disse Ciro, emulando o adversário, que também ganhou uma imitação de Carlos Lupi. Alvaro Dias (Podemos) deu o arremate da descontração. Como último candidato a fazer as considerações finais, disse: “E ao dizer boa noite a todos, eu quero dizer que vou agora a Itaquera ver Corinthians x Flamengo. Boa noite”. O jogo era válido pela segunda partida da semifinal da Copa do Brasil e foi vencido pela equipe paulista.

Suplicy rouba a cena

Mas houve ainda outro candidato, que não está sequer na corrida pelo Planalto, que roubou a cena ao longo de todo o debate. Eduardo Suplicy (PT), que disputa uma vaga ao Senado por São Paulo, ficou a poucos segundos de entrar na frente das câmeras em plena transmissão ao vivo. Foi contido a tempo pela produção do SBT.

Durante o debate, Suplicy se sentou à frente de Kátia Abreu (PDT), candidata a vice na chapa de Ciro, com quem conversou brevemente em alguns momentos e trocou risadas. O vereador petista também interrompeu entrevistas que os candidatos concederam a jornalistas após o debate para cumprimentá-los.

Foi o caso de Ciro Gomes e Marina Silva. Com Ciro, Suplicy trocou elogios. “Estou ajudando o Haddad, gosto muito dele, mas o acho uma ótima pessoa”, afirmou Suplicy ao pedetista. Ciro, por sua vez, disse ser um “admirador de longa data” do petista. A Marina, Suplicy interveio para pedir a “bênção” da candidata. “Eu sempre digo, se eu ganhar você não vai sabotar o meu governo, não é?”, respondeu Marina, que durante o debate já havia feito um elogio público ao petista.




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